Paranaense 2004
Último jogo
1x3
28/1/2004 - Pinheirão
Paranaense 2004

Próximo jogo
x
1/2/2004 - Couto Pereira
Paranaense 2004

Classificação - Grupo A
A Arena
Ficha Técnica do Estádio Joaquim Américo
- Capacidade: 32.864 pessoas
- Recorde: 31.700 pagantes (Atlético 4 x 2 São Caetano, em 16.12.2001)
- Primeiro jogo: Atlético 2 x 1 Cerro Porteño, em 24.06.1999
- Medida do gramado: 105m x 68 m
- Seis elevadores convencionais e dois elevadores panorâmicos
- Área coberta de 11.980 m2 com telhas
- 21 banheiros públicos (11 masculinos e 10 femininos)
- 68 lojas
- 10 suítes de patrocinadores com sala, banheiro e sala de estar para 22 pessoas
- 41 camarotes tipo B para 16 pessoas, com banheiro privativo e sala de estar
- 35 camarotes tipo C de 9 a 15 lugares
- 4 lojas externas (tipo mall)
- 8 vestiários para jogos de futebol
- 10 camarins para shows
Elenco
Goleiros
Diego, Cléber, Tiago Cardoso e Marcinho
Laterais
Alessandro, André Luiz, Raulen, Baiano, Marcão e Ivan
Zagueiros
Marinho, Valnei, Rogério Corrêa, Ígor, Alessandro Lopes e Douglas da Silva
Volantes
Alan Bahia, Ramalho, Fabiano, Vanderson, Bruno Lança e Dione
Meias
Adriano, Fernandinho, Jadson, William, Fabrício e Rodriguinho
Atacantes
Dagoberto, Ilan, Ricardinho, Washington e Rena

Podem vir
Claudecir (v, Palmeiras), Adriano (z, Grêmio), Carlos Alberto (v, Figueirense), Renato (v, Corinthians), Edu (v, Grêmio) e Cleiton Xavier (m, Internacional)
Podem ir
Alessandro (ld, Grêmio), Michel Bastos (le, Grêmio), Cocito (v, Grêmio) e Adriano (m, Palmeiras).
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jan2004
dez2003
30.1.04@00:04
Terceira rodada do Paranaense 2004

Resultados:

Sábado, 24 de janeiro
Malutrom 1x3 Atlético (Marcelo; Fernandinho (2) e Jadson)
Iraty 0x0 Paraná
Rio Branco 2x1 Francisco Beltrão
Domingo, 25 de janeiro
Coritiba 2x1 Prudentópolis (Roberto Brum, Eder; Pepo contra)

Classificação - Grupo A:
por Bruno Rolim
28.1.04@23:33
Bem, agora é o Atletiba...

Desde já: os favoritos são eles. Eles fizeram as maiores contratações do Brasil, contrataram uma estrela colombiana que disputou 7 Libertadores, 5 Copas do Mundo, 6 Eliminatórias (tá, não ganhou nenhuma delas, mas o que importa? Tá certo que não vai estrear ainda por estar com o joelho estourado, e daí?), estão destroçando todos. Eles que estão na Libertadores.

Eles que vençam... Não sei se vai dar contra Josafá, Éder e Rodrigo Batata. :D

Ah, o jogo de hoje?

Vitória tranquila, 3 a 1. Nove pontos, 3 jogos, 3 vitórias.
por Bruno Rolim
@18:21
Ainda esquentando os motores

Com 6 pontos em dois jogos, o Atlético parte para seu terceiro jogo, desta vez contra o Malutrom, simpático clube dos arredores de Curitiba.

O jogo

Malutrom x Atlético
3ª rodada - Paranaense - 28 de janeiro, 20h00 - Pinheirão

Malutrom: Rodrigão; Rafael, Leonardo (Moraes), Ernandes e Émerson Conceição; Hélington, Íverton, Fábio e Marcelo; Sabiá e Altair. T: Mauro Madureira.

Atlético: Diego; Alessandro, Rogério Corrêa, Alessandro Lopes e Marcão; Ramalho, Jadson, Rodriguinho e William; Fernandinho e Ilan. T: Mário Sérgio.

Arbitragem: Carlos Jack Rodrigues Magno


Comentários

- Três jogos com a mesma escalação? Fazia tempo que não via isso no Atlético.

- O Atlético nunca perdeu para o Malutrom.

- Washington poderá estrear hoje, estará no banco de reservas. Enquanto isso, o joelho do outro atacante aguarda recuperação.

- E o Paraná? Fazendo cálculos para classificação para a segunda fase do Paranaense. Pode isso?
por Bruno Rolim
25.1.04@18:23
Segunda rodada do Paranaense 2004

Resultados:

Sábado, 24 de janeiro
Atlético 4x0 Francisco Beltrão (Ilan, Jádson (2) e Rodriguinho)
Domingo, 25 de janeiro
Paraná 0x1 Coritiba (Roberto Brum)
Rio Branco 1x1 Iraty
Prudentópolis 0x1 Malutrom

Classificação - Grupo A:

por Bruno Rolim
24.1.04@23:00
Chuva de gols

Sob uma chuva incansável, o Atlético venceu sua segunda partida pelo Paranaense. Desta vez, a vítima foi o Francisco Beltrão, que vinha de uma vitória sobre o Paraná Clube por 1 a 0, mas desta vez saiu derrotada por 4 a 0. O placar foi construído em 25 minutos, com gols de Ilan, Jadson (2) e Rodriguinho. Após o quarto gol, o estado do gramado piorou muito, o Atlético se poupou enquanto o adversário apenas pensava em evitar tomar uma goleada histórica. A seguir, as avaliações:

1. Diego: exigido apenas em algumas cobranças de falta no primeiro tempo. Mal tocou na bola na etapa complementar. 6,5

2. Alessandro: pouco acionado pela equipe, avançou apenas quando necessário. 5,5

4. Alessandro Lopes: muitos dribles, avanços, apoios. Estaria ótimo se... não fosse um zagueiro. Em várias oportunidades o Atlético tomou contra-ataques com apenas um zagueiro atrás. Irresponsável hoje. 5,0

3. Rogério Corrêa (c): evitou avançar, muito boa atuação. Seguro. 6,5

6. Marcão: não foi como na primeira partida, mas atuou bem novamente. De novo mostrou raça, quase fez um belo gol de cabeça e deu um baile no setor direito do Beltrão. 7,0

5. Ramalho: hoje esteve melhor. Desarmando sem violência, e apoiando com frequência. 6,5

7. Rodriguinho: fez uma boa partida hoje, como volante. Fez o quarto gol. Mas ainda vai ter que fazer muito pra convencer a torcida. Saiu lesionado após a marcação de seu gol. 6,0

11. William: ainda meio perdido no meio, perdeu um gol feito no segundo tempo. 5,5

8. Jadson: de novo destaque do Atlético, armando jogadas e marcando dois gols na partida. 8,0

10. Fernandinho: não esteve bem hoje, se preocupou mais em simular faltas e reclamar. De bom, o lance do primeiro gol. 5,5

9. Ilan: bela atuação, se movimentando muito, colaborando defensivamente. Fez o primeiro gol da partida. 6,5

16. Bruno Lança (Rodriguinho): limitado ao setor defensivo, não apoiou como Rodriguinho. Entrou quando já não havia condições de um bom jogo, pela chuva. 5,0

18. Rena (Ilan): entrou no intervalo, porém apanhou da chuva. Não pôde fazer muito. 5,0

Mário Sérgio: Colocou o Rodriguinho. Ele fez um gol. O técnico não comprometeu. 6,0

Francisco Beltrão: a equipe do Sudoeste é fraquíssima, apenas em cobranças de falta ameaçou a meta de Diego. Tivesse o Atlético mantido o ritmo do primeiro tempo, o Beltrão poderia ter sofrido uma goleada histórica. E pensar que eles venceram o Paraná...

Que coisa, não?

- Coritiba 1x2 Iraty. Alguém explica isso?

- Hoje teremos Paraná x Coritiba. Com esse time do Paraná, se o Coritiba não vencer, que esqueça da Libertadores. Aristizábal deve estar se perguntando o que ele foi fazer recusando ofertas de Santos e Fluminense...
por Bruno Rolim
@09:36
O segundo passo no Paranaense

Após a vitória na primeira rodada, o Atlético parte para seu segundo jogo, contra o Francisco Beltrão, que também vem de vitória sobre o Paraná na rodada anterior.

O jogo

Atlético x Francisco Beltrão
2ª rodada - Paranaense - 24 de janeiro, 16h00 - Arena da Baixada

Atlético: Diego; Alessandro, Rogério Corrêa, Alessandro Lopes e Marcão; Ramalho, Jadson, Rodriguinho e William; Fernandinho e Ilan. T: Mário Sérgio.

Beltrão: Cássio; Carlos Magno, Cléber, Alexandre e Lima; Márcio Gaúcho, Daniel, Wilson e Maurício; Vilmar e Luisinho Capanema. T: Jairo Scheid.

Arbitragem: Carlos Jack Rodrigues Magno


Comentários

O Rodriguinho foi o bonde do time na primeira rodada, e se mantém no time. E mesmo assim vencemos nosso jogo. Bicampeonato invicto é algo para poucos...
por Bruno Rolim
23.1.04@13:56
Primeira rodada do Paranaense 2004

Resultados:

Quarta, 21 de janeiro
Atlético 2x0 Prudentópolis (Jadson e Marcão)
Francisco Beltrão 1x0 Paraná (Maurício)
Rio Branco 3x1 Malutrom (Erminho, Sabiá e Negreiros; Sabiá*)
Quinta, 22 de janeiro
Coritiba 1x2 Iraty (Luís Mário; Lulinha e Adriano)
* havia um Sabiá em cada equipe mesmo.

Classificação - Grupo A:
por Bruno Rolim
22.1.04@14:24
Deu pro gasto...

A estréia do Atlético em 2004, se foi longe de ser brilhante, foi suficiente para mais uma vitória, sem muitas dificuldades, sobre a equipe do Prudentópolis, pelo placar de 2 gols a 0. A seguir, as avaliações:

1. Diego: mero espectador da partida. Cobrou bons tiros de meta. 6,0

2. Alessandro: mostrou um preparo físico muito bom. Se mantiver esse preparo, pode se fixar de volta na lateral-direita. 6,5

4. Alessandro Lopes: seguro na defesa, porém alguns avanços irresponsáveis. 6,0

3. Rogério Corrêa (c): atuação sóbria, sem irresponsabilidade. 6,5

6. Marcão: impressionante. Reclamei do Ivan no último tópico, e ele se machucou pouco antes do jogo. Marcão entrou em seu lugar, teve um começo tímido, porém mostrou porque veio ao Atlético. Lateral de porte físico (1,85 m), não perdeu uma disputa de cabeça e corria atrás de todas as bolas. Premiado com um gol. 8,5

5. Ramalho: na defesa, soube desarmar - embora tenha abusado da violência em muitas oportunidades. Com a bola nos pés... bem, mostrou porque seu forte é o desarme. 5,5

7. Rodriguinho: o que ele ainda faz no Atlético? 3,0

11. William: no início, confuso, sem saber se era meia, atacante ou lateral-direito. Depois se acertou. Precisa de uma sequência de jogos, tem condições de se fixar no time titular. 6,0

8. Jadson: assumiu a responsabilidade de armar o time, e não decepcionou. Um gol de pênalti. 8,0

10. Fernandinho: azucrinou a zaga do Prudentópolis durante o jogo inteiro. Só faltou um gol para ele. 7,5

9. Ilan: a bola não chegou. Quando chegou, perdeu um gol feito. 4,5

17. Fabrício (William): atuação discreta. Mas não merecia as vaias da torcida. 5,5

18. Rena (Fernandinho): em cinco minutos, uma sequência de dribles e chutes fracos. Precisa treinar finalizações. 6,0

Mário Sérgio: não comprometeu. Aliás, precisava colocar o Rodriguinho? 6,0

Prudentópolis: equipe bem armada, soube se defender. Mas não trouxe perigo à meta de Diego.

Que coisa, não?

- Graças aos inúmeros gols perdidos na cara do goleiro, o Brasil perdeu para a Argentina pelo Pré-Olímpico. Dessa vez, o site deles sequer colocou alguma notícia referente ao jogo...

- Francisco Beltrão 1x0 Paraná. Vai ser divertido acompanhar esse estadual!

Outros resultados

Paranavaí 0x2 ADAP, União Bandeirante 3x2 Roma e Rio Branco 3x1 Malutrom.
por Bruno Rolim
21.1.04@12:30
É hoje!

Começa o ano de 2004 para o Atlético. Um ano que, devido à incompetência de 2003, terá um calendário muito curto, com apenas o Paranaense e o Brasileiro. Espero que o ano dos 80 anos do Atlético marque um ano de alegrias. A equipe está melhor que ano passado pelo menos.

O jogo

Atlético x Prudentópolis
1ª rodada - Paranaense - 21 de janeiro, 20h00 - Arena da Baixada

Atlético: Diego; Alessandro, Rogério Corrêa, Alessandro Lopes e Ivan; Ramalho, Jadson, Rodriguinho e William; Fernandinho e Ilan. T: Mário Sérgio.

Prudentópolis: Val; Danilo, Mauri, Robson e Kiko; Peu, Ricardo, Juliano e Zé Maria; Airton e Biro . T: Nedo Xavier.

Arbitragem: Heber Roberto Lopes


Comentários

Ivan? Espero que queime a língua, mas se o Marcão veio, pra quê ficar no banco? Rodriguinho!?!?! Chega dele!
por Bruno Rolim
19.1.04@13:14
Atletibas inesquecíveis

Aqui relatarei os 10 Atletibas que mais me marcaram, com uma breve descrição de cada jogo:


10. Atlético 1x0 Coritiba, 26 de outubro de 2002, Brasileiro: como esquecer aquele gol do Kléber e a imagem do zagueiro Pícoli fazendo um gesto de raiva com os atleticanos comemorando ao fundo.

9. Coritiba 1x4 Atlético, 25 de novembro de 1999, Seletiva para a Libertadores: esse também foi legal - os coxas abriram o placar, e, no segundo tempo, fizemos 4 gols, goleando os coxas em pleno Couto Pereira. Nem a derrota na Baixada no jogo de volta por 2x1 evitou que o Atlético desclassificasse o Coritiba rumo à sua primeira Libertadores.

8. Atlético 1x0 Coritiba, 21 de setembro de 1996, Brasileiro: jogo com 6 expulsões, Baixada lotada, e o gol do Oséas aos 49 do segundo tempo. Quer coisa melhor?

7. Coritiba 2x2 Atlético, 5 de agosto de 1990, final do Paranaense: Aqui foi meu início como atleticano - vejam alguns posts abaixo, o gol do Berg explica tudo. Atletiba na decisão, Furacão campeão.


6. Atlético 2x0 Coritiba, 11 de outubro de 2003, Brasileiro: o time do Coritiba era terceiro lugar, estavam ainda "sonhando" com o título. Vieram com toda a marra, considerando o jogo ganho. Mas faltou alguém explicar para os coxas jogarem futebol. Apenas se defendendo e batendo o jogo inteiro, 2x0 saiu barato. As duas expulsões também, visto que Brum e o lateral Adriano também agrediram atleticanos. Ah, e o gol de bicicleta do Ilan?

5. Atlético 2x1 Coritiba, 7 de junho de 1998, terceiro jogo da final do Paranaense: jogo realizado após o 4x1 abaixo. O Atlético dependia apenas de um empate para ser campeão - após um 1x1 e um 4x1 nos dois primeiros jogos. Pênalti para o Coritiba, o goleiro Régis para a cobrança, 0x0. Ele erra o pênalti, e um minuto depois Dedé faz, de falta. O título é nosso.

4. Atlético 1x5 Coritiba, 16 de abril de 1995, Paranaense: esse aqui me marcou pelo óbvio: foi o fundo do poço para o Atlético. Sem dinheiro sequer para comprar bolas para treino, aquela goleada marcou o ressurgimento do Atlético, sob a égide de Mário Celso Petraglia e demais conselheiros que colocaram o Atlético acima de tudo. E como foi bonito ver a torcida atleticana cantando o hino do clube, mesmo com o placar de 5x1 contra...

3. Atlético 3x0 Coritiba e Coritiba 1x3 Atlético, 14 e 21 de março de 1999, Copa Sul: coloquei os dois jogos no mesmo item pelo fato de ambos terem sido no Couto Pereira e ambos terem sido pela mesma competição, separados apenas por uma semana. O famoso 6x1 da Copa Sul.

2. Atlético 4x1 Coritiba, 7 de junho de 1998, segundo jogo da final do Paranaense: o time de Kelly, Paulo Miranda e Nélio não deu chance alguma ao time do goleiro Régis. Quatro gols a um coroaram a melhor campanha do Paranaense de 1998, acabando com um jejum de 8 anos - que havia sido justamente contra eles.

1. Atlético 5x2 Coritiba, 13 de abril de 1997, octogonal final do Paranaense: de longe para mim o melhor Atletiba que já vi. Jogo no Pinheirão, o então líder Coritiba abria o placar, com Alex. Brandão ampliou no início do segundo tempo, a torcida deles gritando "Sem teto!" para nós - a Baixada havia sido recém-demolida para a construção da nova Arena. Então começa o momento mágico: Jorginho aos 6, Nowak aos 9 e Oséas aos 12 viram o jogo para 3x2. Andrei aos 25 e Jorginho aos 46 colocam números finais na goleada.
por Bruno Rolim
15.1.04@19:59
Libertadores da América 2002: a segunda Libertadores da América

Desta vez, o Atlético entrou na Libertadores como campeão brasileiro, ou seja, o primeiro clube do país. A manutenção do elenco campeão brasileiro credenciava o clube como um dos favoritos para a conquista da Libertadores, mesmo sem ter tradição em competições internacionais. Tinha tudo para dar certo. Mas não deu:

1. Começou tudo errado - Atlético 1x2 Bolívar: Edgar Olivares abriu o placar aos 9 minutos, Alex Mineiro empatou aos 36, mas Botero marcou o gol da vitória aos 43, todos no primeiro tempo. A expulsão de Cocito no início do segundo tempo barrou qualquer chance de vitória contra a fraca equipe boliviana.

2. Dificuldades na viagem e no campo - Olmedo 2x1 Atlético: as dificuldades se iniciaram na viagem, pois o Olmedo é de uma cidade pequena a 3.000 metros de altitude, Riobamba. O Olmedo saiu na frente aos 9 minutos com Mecías, mas Alessandro empatou aos 15 do primeiro tempo. O segundo gol de Mecías definiu o placar final do jogo, aos 23 do segundo tempo. Duas derrotas em dois jogos.

3. Outro tropeço em casa - Atlético 1x1 América de Cali: logo a 3 minutos Flávio Luís abriu o placar para o Atlético. Porém, aos 36 do segundo tempo Jaramillo empatou para os colombianos, definindo o placar final.

4. Sem comentários - Bolívar 5x5 Atlético: o placar sugere uma partida eletrizante - como realmente foi. Mas foi uma vitória jogada fora pelo Atlético de forma bisonha. A altitude de 3.700 metros de La Paz seria uma forte adversária. Mercado abriu o placar para os bolivianos logo a 14 minutos de jogo. O que se viu então foi um dos maiores espetáculos já dados por uma equipe na Libertadores: Kléberson empatou aos 22, Ilan virou aos 29, Dagoberto ampliou aos 36, Adriano fez mais um aos 42 e Ilan fez o quinto aos 45. Resultado do primeiro tempo: Bolívar 1x5 Atlético. Ninguém imaginaria o que viria no segundo tempo: os jogadores estavam esgotados, e além disso, Ilan foi expulso aos 9 minutos do segundo tempo. Chiorazzo, 5 minutos depois, diminuiu para os bolivianos: 2x5. Aos 25 minutos, Adriano foi expulso, deixando o Atlético com 9 jogadores. A tragédia se anunciava: Lígori aos 30 e Júlio César aos 38 diminuíram para 4x5 o placar. Uma penalidade aos 45 do segundo tempo e Chiorazzo empatava a partida. Fim de um jogo digno de ser lembrado - exceto pelos atleticanos.

5. Enfim uma vitória - Atlético 2x0 Olmedo: dois gols de Luizinho Neto, aos 27 do primeiro e aos 27 do segundo, deram ao Atlético sua primeira vitória na Libertadores de 2002. Mas a equipe já nutria poucas chances de classificação.

6. O golpe final - América de Cali 5x0 Atlético: o Atlético, para se classificar, precisava vencer por 2 gols de diferença o América. Porém, aos 20 do primeiro tempo Ferreira abria o placar para os colombianos. Daí o que se viu foi um Atlético desesperado, partindo para cima e deixando a defesa desamparada. Mas os gols só saíram no segundo tempo: Mafla aos 20, Moreno aos 26, Mafla novamente aos 34 e Vargas aos 45 finalizaram o placar do jogo. O fim de um campeonato para ser esquecido.

Sobre a primeira fase: 5 pontos em 6 jogos, com 1 vitória, 2 empates e 5 derrotas. 10 gols pró e 15 contra. Ao contrário do que os torcedores do outro clube de Curitiba, que gostam de afirmar que foi a pior campanha de um clube brasileiro em uma Libertadores, esta campanha, apesar de horrível, não foi a pior. Em 2002 mesmo, o Flamengo fez apenas 4 pontos (1 vitória, 1 empate e 4 derrotas). Assim como campanhas ruins fizeram o Atlético Mineiro em 1972 (4 empates e 2 derrotas), o Santos em 1984 (1 vitória e 5 derrotas), Fluminense e Vasco em 1985 (3 empates e 3 derrotas), o Bangu de 1986 (2 empates e 4 derrotas - esta sim a pior campanha brasileira em uma Libertadores), o São Paulo de 1987 (1 vitória, 2 empates e 3 derrotas), e o Internacional de 1993 (3 empates e 3 derrotas).

Mais jogadores?

Falta um lateral-direito, por favor!!! Só faltam oito dias para o Paranaense. Espero que façamos campanhas dignas da grandeza do Atlético, para que em 2005 tenhamos um calendário decente, jogando pelo menos a Libertadores!
por Bruno Rolim
13.1.04@00:43
Seleções: o melhor e o pior dos que já eu já vi com a camisa do Furacão

Tenho 14 anos de Atlético - na verdade tenho 21, mas só fui descobrir em 1990 - e resolvi fazer um pequeno trabalho de busca de jogadores bons e ruins que usaram a camisa do Atlético e que eu já vi jogar. Vamos às seleções:

Os melhores: Ricardo Pinto, Alberto, Jorge Luiz, Gustavo e Fabiano; Valdir, Nowak, Kelly e Luís Carlos; Alex Mineiro e Paulo Rink. Técnico: Geninho.

Os piores (quanto jogador ruim!): Ivan; Rogério Souza, Camilo, China e Vanin; Mastrillo, Borçato e Éder Lopes; Pirata, Clóvis Cruz e Carlinhos Pé-de-Vento. Técnico: Vacaria.

E vocês: quais os melhores e piores que vocês já viram jogar em suas equipes?
por Bruno Rolim
11.1.04@19:45
Libertadores da América 2000: o Furacão estreando no cenário internacional

O Atlético conquistou, após vencer a Seletiva de 1999, uma vaga para a Copa Libertadores de 2000. Um breve resumo do que foi a participação rubro-negra nesta competição:

1. A estréia - Alianza Lima 0x3 Atlético: o gol de Luizinho Neto, aos 6 minutos de jogo, foi um bom prenúncio do que seria a campanha atleticana na Libertadores. Lucas e Kelly fecharam o placar.

2. Jogo difícil - Atlético 1x0 Emelec: o Emelec mostrou-se uma equipe frágil (como normalmente são as equipes equatorianas), mas o Atlético teve muitas dificuldades, criando muitas chances sem porém fazer o gol. Até que Kléber, numa cobrança de falta perfeita, fez o único gol do jogo, sendo a segunda vitória do Furacão.

3. Festa em Montevidéu - Nacional 1x3 Atlético: o que considero como a maior vitória já conseguida pelo Atlético, contra o tricampeão mundial Nacional, no histórico Estádio Centenário. Dois gols de Kelly deram uma grande vantagem ao Atlético ainda no primeiro tempo. Scotti descontou, mas Lucas deu números finais à maior vitória do Atlético na competição. 9 pontos em 3 jogos.

4. Mais dificuldades - Atlético 2x1 Alianza Lima: o Atlético não se portou bem nesta partida. Mesmo assim, abriu o placar com 2 minutos de jogo, de novo Luizinho Neto. O time peruano empatou ainda no primeiro tempo, mas Lucas fechou o placar com 30 do segundo tempo. Quatro jogos, quatro vitórias.

5. O primeiro tropeço - Emelec 0x0 Atlético: jogando em Guayaquil, um jogo morno, sem muitas chances. Acabou num empate sem gols.

6. Para fechar com chave de ouro - Atlético 2x0 Nacional: um gol de Luiz Carlos Goiano e um de Luizinho Neto resolveram esta partida - a mais fácil das jogadas na Baixada. Nota: até hoje me lembro da bandeira da torcida do Nacional, com uns 120 metros. Um espetáculo bonito de se ver - mesmo que não coubesse na área dos visitantes do estádio.

Sobre a primeira fase: 16 pontos em 6 jogos, com 5 vitórias e 1 empate. 11 gols pró e 2 contra. Até então, havia sido a melhor campanha de uma equipe brasileira em primeira fase da Libertadores (ao lado do Palmeiras de 1968, Cruzeiro de 1976, Grêmio de 1983 e Flamengo de 1984). O único clube a vencer suas 6 partidas foi o Vasco, no ano seguinte, em 2001.

A segunda fase, jogo de ida - Atlético-MG 1x0 Atlético: quis o acaso jogar os Atléticos um contra o outro. E neste jogo de ida, um gol contra de Reginaldo tirou a invencibilidade do Atlético na Libertadores.

O jogo de volta - Atlético 2x1 Atlético-MG: a vitória parecia assegurada, com gols de Kelly e Luizinho Neto no primeiro tempo. Mas, a 10 minutos do fim, Marques levou a partida para os pênaltis. Adriano perdeu sua penalidade e acabou aí a bela campanha do Atlético na Libertadores - o primeiro de - espero eu - muitos vôos internacionais.

Copa São Paulo de juniores

É o que dá colocar duas equipes de primeiro nível no mesmo grupo num torneio de 80 times onde se classificam apenas os primeiros de cada grupo: com a 11ª campanha entre os 80 times - e a melhor entre os paranaenses - o Atlético está fora do torneio. Mas o resultado foi animador: 7 pontos, 2 vitórias e 1 empate, 13 gols pró e 2 contra. Um empate com o Fluminense e vitórias sobre Taboão e Cachoeiro por 3x0 e 9x1, respectivamente (este último, a maior goleada do torneio). Parabéns aos garotos do Furacão!
por Bruno Rolim
9.1.04@00:00
Levando o Furacão ao topo do mundo!


Créditos: Furacao.com

O alpinista atleticano Waldemar Niclevicz parte amanhã junto com a equipe Mundo Andino em direção à Patagônia Chilena. O trajeto até o Chile será através do 'Andino', um um caminhão off road 4x4, que servirá de meio de transporte e base de pesquisa e apoio.

O objetivo do projeto é realizar um profundo estudo sobre as montanhas da Cordilheira dos Andes, sobre sua origem, sua distribuição geográfica, clima, flora e fauna. Um estudo tendo os Andes visto como espaço vital do homem e sede de inúmeras culturas antigas, como cenário de impressionantes fenômenos naturais e de audazes obras de engenharia, como um lugar onde encontrar a solidão e a paz interior. O Projeto Mundo Andino tem a missão maior de difundir a necessidade de um desenvolvimento sustentável entre o homem e o meio ambiente nas montanhas da Cordilheira dos Andes.

Amanhã, a primeira participação do Atlético na Libertadores da América!
por Bruno Rolim
8.1.04@00:38
Histórias do Furacão: Atlético, o time da raça

O Atlético ficou com a marca do time da raça após um Atletiba em 1933, no qual o Coritiba dominava o campeonato e disputava o título. O Atlético já estava sem chances. Na cidade, a famosa "gripe espanhola" acometeu simplesmente 8 jogadores rubro-negros. Na quarta-feira que antecedia o jogo, o Atlético pediu junto ao coxa a transferência do mesmo. A diretoria reuniu-se e decidiu por não adiá-lo. Os cartolas do Atlético já falavam em entregar os pontos para não sofrer uma grande humilhação. Mas liderados por jogadores que já haviam pendurado as chuteiras por mais de um ano e por juniores de valor, o Atlético fez uma partida homérica e vence seu maior rival por 2 X 1.
por Bruno Rolim
7.1.04@10:34
Como eu virei atleticano?

Vamos voltar um pouco no tempo. O ano era 1990, eu tinha meus 7 anos. Meu pai, minha mãe, meu avô, todos torcedores verdes - inclusive eu ganhei de presente no meu aniversário de 6 anos uma camiseta deles. Que nunca foi usada, ehehe. Bem, vamos aos dois jogos-chave: era a final do Paranaense, Atletiba, e o Atlético tinha a vantagem dos empates. Primeiro jogo, os verdes ganhando por 1 a 0, até que, aos 44 do segundo tempo, o Atlético empatou com Dirceu. Meio caminho andado para virar atleticano.

O segundo jogo, eles vencendo por 2 a 1, a torcida deles gritando e comemorando, até que aos 35 do segundo tempo ocorreu o que eu considero um dos lances mais insólitos que já vi num campo: lateral para o Atlético, cobrado dentro da área, o zagueiro deles tira do gol para o meio da área, o outro zagueiro (o Berg) tentou tirar para escanteio... e encobriu o goleiro. Empate definido, título assegurado. Cheguei a conclusão de que aquele time que entregou o ouro duas vezes não merecia ter torcedores. Graças ao Berg, tornei-me atleticano!

Desde lá: no primeiro campeonato nacional que acompanhei, o Atlético subiu para a Primeira Divisão. E eles, numa campanha vexatória, foram rebaixados para a Terceira (somente sendo salvos pela CBF, que anulou a Série C para salvá-los). Ah, e eles até hoje não conseguiram ganhar uma final do Atlético: perderam em 1990, foram vice do Atlético na Série B de 1995, perderam em 1998, perderam em 2000 e conseguiram perder a final da Sesquicentenário em 2003 - que o time deles veio com a escalação titular e o Atlético com um misto de reservas e juniores. Já fazem 26 anos sem vencerem uma final contra nós. Sempre contra os Paranás, Uniões Bandeirantes e Paranavaís da vida...
por Bruno Rolim
2.1.04@18:13
Contratações, enfim!


Fabiano Viegas, Marinho e Marcão. Foto: Furacao.com

Hoje, em coletiva, o Atlético anunciou sete reforços para 2004: os zagueiros Marinho e Valnei (Flamengo), o lateral-esquerdo Marcão (Juventude), os volantes Fabiano Viegas (Velgata Sendai-JPN) e Vanderson (Paysandu), e os atacantes Rena (Fortaleza) e Washington. A contratação de um lateral-direito será anunciada na segunda-feira, fechando o ciclo inicial de contratações em 2004. O que posso dizer destes jogadores? Bem, um breve resumo...

Zagueiros: Marinho é um nome conhecido entre os zagueiros brasileiros. Dono de um vigor físico muito grande, é o que se chama de "xerifão". Mas teve diversos problemas disciplinares por onde passou. Valnei surgiu como uma revelação no Santa Cruz, chegando inclusive à Seleção sub-20. Foi contratado pelo Flamengo numa negociação nebulosa do ex-presidente Edmundo Santos Silva, recebendo altos salários e sendo pouco utilizado. Não posso fazer juízo dele, visto que o Flamengo é o maior queimador de jogadores do Brasil.

Lateral: Marcão é um jogador que de início me chamou a atenção pelo seu cabelo "à Visconde de Sabugosa". Amigos meus, de Caxias, informaram que se trata de um lateral muito bom no apoio, e de extrema raça. Vem para ser o titular, no lugar do insípido Michel, do inodoro Fabiano e do insuportável Ivan. Para a lateral-direita, o nome mais ventilado é o de Ruy, do Cruzeiro.

Volantes: Fabiano Viegas é nome conhecido dos atleticanos, teve uma passagem discreta pelo clube. Bom segundo volante. Vanderson é aquele que podemos considerar como um carregador de piano do Paysandu no ano de 2003. Aparecia pouco na equipe, porém é volante de bons atributos defensivos e ofensivos.


Washington. Foto: Sporline.com

Atacantes: Rena destacou-se no rebaixado Fortaleza - atacante pequeno, mas de muita velocidade, junta-se a Dagoberto e Ricardinho na armada dos mini-atacantes do Atlético. Washington dispensa comentários. Centroavante de ofício, com 1,89 m, Washington destacou-se no Caxias e no Paraná Clube, antes de ir para a Ponte Preta e chegar à Seleção Brasileira. Foi então para o Fenerbahçe, da Turquia, onde acabou tendo diagnosticado um problema cardíaco. Passou o ano de 2003 em recuperação no Atlético, e, se estiver na sua melhor forma, o "Coração Valente" tem tudo para ser o centroavante que o Atlético não tem há muito tempo.
por Bruno Rolim
1.1.04@14:50
Quatro toques

1. Da coluna de Roberto Alves do dia 29 de dezembro, no Diário Catarinense: Uma raposa felpuda, daquelas bem próximas ao pessoal da CSR, conta que Rivaldo (foto) está louco para jogar no Brasil. E o grande motivo nada mais é do que a namorada curitibana que o camisa 10 da Seleção Brasileira arrumou. Rivaldo negocia com três clubes (Palmeiras, São Paulo e Atlético Paranaense) e a preferência, claro, é pelo último. Ele quer morar em Curitiba para ficar mais perto do novo amor.

Comentário: só pode ser piada.

2. Da Furacao.com: O zagueiro Marinho pode não vir mais para o Atlético. A informação é do jornal Tribuna do Paraná desta quarta-feira. De acordo com a Tribuna, Marinho ainda tenta um acordo com um clube do interior paulista. O Mogi Mirim foi um dos times que se interessou pelo futebol do jogador mas não deve contratá-lo por problemas disciplinares. Marinho está sem jogar desde maio por causa de um impasse com a Ponte Preta, seu último clube.

Comentário: honestamente, se não está com vontade de vir, que não venha mesmo!

3. O atacante Dagoberto começará como titular no time do Brasil que estréia dia 7 de janeiro contra a Venezuela no Torneio Pré-Olímpico. O técnico Ricardo Gomes gostou do desempenho do atleticano e deverá mantê-lo entre os onze. Dagoberto impressionou o técnico Ricardo Gomes. ¿Ele alterou completamente o espírito da equipe¿, elogiou o treinador, após os dois gols do jogador, no coletivo onde os titulares venceram por 3 a 0 - os três gols no segundo tempo, após a entrada de Dagoberto e Daniel Carvalho.

Comentário: era o que faltava, ver o Marcel como titular do time do Brasil. Ainda bem que o Ricardo Gomes não é cego.

4. O desmanche começou - do lado deles. De um, já foram embora "apenas": Renaldo, Caio, Fernandinho, Marquinhos, Valentim - Flávio, Cristiano Ávalos, Ageu e Fernando Miguel podem não renovar, e Emerson entrou com ação por salários atrasados. Já no outro time, Edu Sales, Odvan, Jackson, todos os laterais-direitos, e mais um monte de jogador. Como reforços: Reginaldo Araújo, e estão negociando com o Edmundo e o Arce (que está há 1 ano sem jogar, parado). Além disso, são quase certas as vendas de Marcel e Adriano. Dos titulares, apenas o goleiro Fernando e o Roberto Brum ficam...

Comentário: o Atlético pode ter uma equipe mais modesta, mas pelo menos ficou com o time do ano passado. Vai ser engraçado ver o 2004 do "tricolor de duas cores" e do "verdão que joga de calção preto e meiões cinzas"... Gostei da permanência do Roberto Brum, que considero um jogador completo: não sabe marcar, não sabe apoiar, não sabe passar, não sabe chutar... É como nosso lateral-direito, o Alessandro. Só que fala bem.
por Bruno Rolim