Brasileiro 2004
Último jogo
Atlético 1 x 3 Vitória
19/6/2004 - Joaquim Américo
Próximo jogo
Atlético-MG x Atlético
27/6/2004 - Mineirão

Classificação
1 Figueirense 21
2 Ponte Preta 20
3 Palmeiras 19
4 São Caetano 18
5 Criciúma 18
6 São Paulo 18
7 Cruzeiro 18
8 Atlético 17
9 Internacional 17
10 Vitória 16
11 Santos 16
12 Goiás 16
13 Juventude 15
14 Fluminense 15
15 Grêmio 14
16 Vasco 13
17 Paraná 13
18 Guarani 12
19 Coritiba 12
20 Atlético-MG 12
21 Corinthians 10
22 Paysandu 9
23 Flamengo 8
24 Botafogo 6

Arena da Baixada
Estádio Joaquim Américo
- Capacidade: 25.558 cadeiras numeradas
- Recorde: 31.700 pagantes (Atlético 4 x 2 São Caetano, em 16.12.2001)
- Primeiro jogo: Atlético 2 x 1 Cerro Porteño, em 24.06.1999
- Medida do gramado: 105x68m
- Seis elevadores convencionais e dois elevadores panorâmicos
- Área coberta de 11.980 m2 com telhas
- 21 banheiros públicos (11 masculinos e 10 femininos)
- 68 lojas
- 10 suítes de patrocinadores com sala, banheiro e sala de estar para 22 pessoas
- 41 camarotes tipo B para 16 pessoas, com banheiro privativo e sala de estar
- 35 camarotes tipo C de 9 a 15 lugares
- 4 lojas externas (tipo mall)
- 8 vestiários para jogos de futebol
- 10 camarins para shows

Elenco
Goleiros
Diego, Cléber, Tiago Cardoso e Marcinho
Laterais
André Luiz, Raulen, Marcão e Ivan
Zagueiros
Marinho, Valnei, Rogério Corrêa, Ígor, Alessandro Lopes e Douglas da Silva
Volantes
Alan Bahia, Ramalho, Fabiano, Vanderson, Bruno Lança, Pingo e Dione
Meias
Fernandinho, Jadson, William e Fabrício
Atacantes
Dagoberto, Ilan, Ricardinho, Washington e Rena

Links
Futebol e Fritas
Furacao.com
De Primeira
Portão 8 - Grêmio
Portão 8 - Internacional
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Amor Colorado
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30.6.04@09:22

Desculpem pela falta de atualização nesta semana...

...mas é semana final de faculdade, as coisas estão corridas demais. Voltarei aqui domingo, com comentários sobre o jogo contra o Juventude e mais coisas sobre o nosso querido Clube Atlético Paranaense.

por um atleticano -

27.6.04@21:59

Ciclotimia: Atlético-MG 0 x 1 Atlético

E o Atlético segue sua rotina ciclotímica: alternando jornadas memoráveis fora de casa com medonhices, vitórias contra Cruzeiro e Santos com derrotas para o Flamengo. Desta vez, um belo gol de Washington deu a vitória. Está bom assim. Tô feliz.

por um atleticano -

26.6.04@10:13

Time grande? O que seria um time "grande?

Honestamente: seria o Atlético Paranaense um time "grande"?

Na minha opinião, pouco importa isso. Não torço pro meu time pelo fato dele ser grande ou pequeno, de revelar ou comprar medalhões. O que importa é que sou feliz com meu time, e já o vi vencer títulos, pude comemorar!

Até 1996, o Atlético oscilava entre a primeira e a segunda divisões - o clube foi rebaixado em 1989, subiu em 1990 e caiu novamente em 1993 (somente 2 rebaixamentos! :P ), subindo em 1996 para não voltar mais para a realidade amarga da Segundona. Depois disso, o clube só fez crescer. Abaixo, o desempenho geral do Atlético em todos os campeonatos de âmbito nacional, desde que voltou à primeira divisão até o título nacional:

1996
Copa do Brasil: Na primeira fase, o clube eliminou o Ji-Paraná-RO (1x1 e 3x0), na segunda fase, o Atlético passou pelo Santos, (3x0 e 1x1). O clube caiu nas oitavas, frente ao Grêmio (1x1 e 0x3).
Brasileiro: O Atlético voltou à elite brasileira assustando os adversários. Faltando três rodadas, o Atlético liderava o Brasileiro, mas um fato lamentável abalou a equipe: após vencer o Fluminense nas Laranjeiras por 3x2, marginais tricolores invadiram o gramado para espancar os jogadores do Atlético. O goleiro Ricardo Pinto chegou a ficar em coma. Após isto, o time perdeu três partidas em série, acabando na quarta posição. Nas quartas, eliminação frente ao Atlético Mineiro (1x3 e 1x0).

1997
Copa do Brasil: Na fase preliminar, o CSA foi eliminado ainda no jogo de ida (6x2), na primeira fase, o Sport foi eliminado (3x0 e 1x1), o Vasco caiu nas oitavas (3x1 e 3x4). Nas quartas-de-final, o Atlético chegou a vencer o jogo de ida contra o Corinthians, mas foi humilhado no jogo de volta (2x1 e 2x6).
Brasileiro: Campanha discreta, acabando na 12ª posição.

1998
Brasileiro: Campanha ruim, acabando em 18º.

1999
Copa do Brasil: O Sampaio Corrêa caiu na primeira rodada sem o jogo de volta (3x1), na segunda fase, o Atlético eliminou o Cruzeiro com dois empates (0x0 e 3x3), na terceira fase, caiu a Portuguesa (5x2 e 2x2). O Atlético caiu nas quartas-de-final, frente ao Botafogo (1x2 e 2x1 [1x4]).
Brasileiro: Na fase classificatória, a nona posição. Então, houve uma Seletiva para uma vaga na Copa Libertadores da América: caíram no caminho Portuguesa (1x3 e 2x0), Coritiba (4x1 e 1x2), Internacional (1x1 e 2x1), São Paulo (4x2 e 1x2) e, finalmente, o Cruzeiro (3x0 e 1x2). O Atlético Paranaense juntava-se ao seleto rol de clubes que participam a Libertadores da América.

2000
Libertadores: Uma das melhores campanhas da história de um clube brasileiro na primeira fase (5 vitórias e 1 empate, 11 gols pró e 2 contra), somente inferior à campanha do Vasco de 2001. Destaque para a magnífica vitória sobre o Nacional uruguaio, por 3x1, em um Centenário cheio. Nas oitavas, o time caiu frente ao Atlético-MG (0x1 e 2x1 [3x5]).
Copa do Brasil: em 2000, os clubes da Libertadores entravam nas oitavas. O Atlético entrou e perdeu para o Cruzeiro (1x2 e 2x2).
Brasileiro: na confusa Copa João Havelange, a oitava posição na fase de classificação, e a eliminação frente ao Internacional (0x0 e 1x2).

2001
Copa do Brasil: Um susto na primeira fase, eliminando o Treze-PB nos pênaltis (0x2 e 2x0 [4x1]), na segunda fase, o Guarani caiu em Campinas (2x0), nas oitavas a Portuguesa foi eliminada (3x1 e 1x1). O Atlético caiu nas quartas (novamente) frente ao Corinthians (novamente): 0x0 e 0x1.
Brasileiro: o que dizer? Só quem já ganhou um sabe como é. Na primeira fase, 15 vitórias, 6 empates e 6 derrotas, e a segunda posição entre os clubes. Na fase final, 4 jogos, 4 vitórias, show de Flávio; Gustavo, Nem e Rogério Corrêa; Alessandro, Cocito, Kléberson, Souza (Adriano) e Fabiano; Kléber e Alex Mineiro. Esta escalação está guardada na memória do torcedor atleticano. Esta escalação levantou o maior troféu já conquistado pelo Clube Atlético Paranaense: o Campeonato Brasileiro!

Bem, aí é por conta de vocês: esse é o meu clube, o qual tenho orgulho, nas vitórias ou nas derrotas. Espero que, um dia, estejamos em condições de discutir com torcedores de clubes como Flamengo, Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Vasco da Gama, sobre títulos. Sei que estamos muito longe ainda. Mas ao menos o Atlético Paranaense está conseguindo cavar seu espaço entre os bons clubes do país: com a melhor estrutura dos clubes brasileiros (o estádio mais moderno do país, o único 100% cadeirado - não me venham com aquelas 'bundinhas' que existem em outros estádios, falo de cadeiras mesmo -, um dos dois melhores CTs do Brasil, ao lado do Cruzeiro, uma estrutura de revelação de jogadores, da qual saíram nomes como Dagoberto, Jadson, Fernandinho, e a maior jóia: Kléberson, que veio a conquistar o pentacampeonato pelo Brasil, jogando como titular.

Jogo!

Que venha o Galo!

por um atleticano -

22.6.04@17:24

Piada pronta


Não tem nem o que comentar dessa. Ao menos eles reconhecem o valor do presidente deles...


por um atleticano -

20.6.04@01:34

O que vale é bola na rede: Atlético 1 x 3 Vitória

Muitos definiriam como uma injustiça grotesca o resultado do jogo de ontem, entre Atlético e Vitória. Por quê? Bem: o Atlético teve 22 finalizações, contra 5 do Vitória; 12 escanteios, contra nenhum do Vitória; cometeu apenas 12 faltas, contra 37 faltas de um violento Vitória. Mas o Vitória teve algo que o Atlético não teve: um jogador que decidisse. No caso, Edílson, que deixou três vezes sua marca nas redes de Diego (uma delas com o goleiro no meio de campo). Bem, enfim, como disse acima, o que vale é bola na rede, e o Vitória foi mais competente (Ilan, seu maldito!). Vamos às avaliações:

Diego: não teve culpa nos dois primeiros gols. Desesperado, tentou ir para o ataque, e tomou o terceiro gol num lance bobo. 5,5

Raulen: não comprometeu, mas não fez muito. 5,5

Marinho: de novo o melhor na defesa atleticana. Mas não podia fazer nada sozinho. 7,0

Rogério Corrêa: horrendo, trágico, lazarento. Não deveria estar no time. Avançou ao ataque nos três gols do Vitória. 2,5

Marcão: atuação discreta. 5,5

Alan Bahia: mal no jogo. Tentou fazer linha de impedimento nos dois primeiros gols do Vitória. 4,0

William: conseguiu ser pior que Alan. Não lembro de um jogador ter errado tantos passes quanto William hoje. 3,0

Jadson: toque de classe no meio de campo, porém não conseguiu deixar a sua marca. 6,0

Fernandinho: muito boa atuação. Mas nada pôde fazer, visto a ineficiência dos atacantes atleticanos. 6,5

Ilan: teve nada menos que cinco chances muito claras de marcar. Desperdiçou TODAS. Washington faz muita falta. 3,0

Dagoberto: o melhor atleticano em campo. Infernizou a defesa do Vitória, apanhou demais (uma expulsão foi pouco pelo tanto de pancada que ele levou), e deixou seu gol numa penalidade sofrida por ele mesmo. 7,5

Dennys: tentou partir para cima, chamar o jogo. Mas nada conseguiu. 5,5

Ivan: fez o mesmo que Marcão. 5,5

Bruno Lança: em pouco tempo em campo, fez e mostrou ter mais habilidade do que Alan. 6,0

Levir Culpi: pouco pôde fazer com a falta de Fabiano e Washington. 5,0

Vitória: havia tempo que não via o Vitória - clube famoso por seus times que jogam para frente e bonito - bater tanto. Fora o tosco Marcelo Heleno (Fábio, é a minha opinião. Adaílton é um zagueiro excelente, mas o Heleno é horrível), que deveria ter sido expulso muito antes do que foi, Alex Silva deveria ter levado o segundo amarelo em várias oportunidades - tanto que o técnico Agnaldo percebeu que o vermelho era iminente e substituiu o jogador. O Vitória usou do anti-jogo e do brilhantismo do atacante Edílson - visto que seu companheiro de ataque, o peruano Maestri, literalmente apanhou da bola, pisando na bola e tomando (literalmente) uma bola nas costas. O Leão da Barra teve sorte e competência hoje. Sorte por ter tido as oportunidades, competência por convertê-las em gol. Outro destaque: joga muito esse menino Cléber. E o Vampeta continua jogando nada. Parabéns ao Vitória, de toda forma.

por um atleticano -

18.6.04@10:39

O retorno

Desculpem pela demora no retorno às atualizações: estive em Foz do Iguaçu, e na semana seguinte passei o dia inteiro fora de casa, das 7 às 23 horas - em casa, precisava dormir. As análises restantes não serão feitas por ora, voltarei a falar apenas do meu time e de seus jogos.

Houve apenas um jogo neste período em que estive fora: Flamengo 3 x 0 Atlético. Assisti ao VT da partida, e vi que, apesar dos 3 gols terem sido irregulares, o Flamengo mereceu e muito a vitória - até por 3 x 0 mesmo.

Agora, vem o Vitória, cambaleando após uma série de 3 derrotas consecutivas, sendo duas delas para o mesmo Flamengo do nosso último jogo. Será um grande jogo, mas o Atlético tem a obrigação de buscar os três pontos, para não deixar o pelotão de frente escapar.

Da série 'Perguntar não ofende'

- O colombiano bichado, a ovelhinha pensando em Portugal e o lateral-esquerdo praticamente vendido. É, pessoal, as coisas estão boas para os lados de lá. Até o empresário uruguaio deu um chapéu neles, que sonharam com dois meias, um do Atlético e outro do São Paulo. Vão com o que vocês têm mesmo... hahahahaha!!!

por um atleticano -

9.6.04@17:02

Perdão, recesso e no domingo eu volto!

Comecei a trabalhar em período integral - e com a faculdade de noite, complicou muito para postar. Por isso não pude prosseguir com as análises dos clubes do Brasileiro. Hoje de noite estou viajando para Foz do Iguaçu, voltarei no domingo. Quando voltar, venho com as análises dos outros clubes - e a avaliação do jogo contra o Flamengo.

Saudações atleticanas!

por um atleticano -

5.6.04@12:11

Um buraco de 15 dias no Brasileiro: espaço para avaliação dos clubes (2/5)

Continuando a análise dos clubes dentro do Brasileiro:

Figueirense: equipe que despontou bem no início, vencendo seus jogos em casa e o confronto contra o Atlético na Baixada. Mas é outra equipe que está longe de encantar. Se é um elenco mais coeso do que seu companheiro de estado Criciúma, não apresenta nenhum jogador que faça o diferencial. Sua estrela é o veterano Sérgio Manoel (emérito enganador de clubes). Não segura o ritmo, mas pode brigar novamente por vagas na Sulamericana.

Chances de título: **
Chances de rebaixamento: *

Internacional: jogadores saíram, jogadores vieram, continua a equipe de 2003: um time relativamente fraco, mas equilibrado. Joga um futebol feio, defensivo, mas que funciona. Falta um jogador de ataque (Oséas está com 100 quilos e o jovem Nilmar está lesionado), mas o setor defensivo funciona muito bem - destaque para a fase do goleiro Clemer. Apesar das fraquezas, aposto no Colorado entre os postulantes à Libertadores.

Chances de título: ***
Chances de rebaixamento: *

Cruzeiro: Alex - este nome faz muita falta ao Cruzeiro. Sem o jogador, o time perde muito de sua cadência, passando a jogar pelas laterais. No gol, o inseguro Gomes está dando lugar ao ruim Artur. Na lateral, não consigo entender o porquê do Maurinho ser reserva do Maicon (para mim, o Maicon fez aquele gol no Pré-Olímpico e só. É um lateral de força física, e só), e Leandro faz seu papel na esquerda. Um meio-campo mais marcador com a saída de Alex, onde Maldonado e Wendell se destacam. E um setor ofensivo forte, com Jussiê, Guilherme e o chileno Tapia. Time para lutar pelo título da mesma forma - com ou sem Alex. Mas está longe de ser o bicho-papão de 2003.

Chances de título: ****
Chances de rebaixamento: *

Ponte Preta: esse time, eu honestamente não entendo o que está fazendo por aqui. O time é fraco - embora não seja dos piores do campeonato -, não tem destaques em setor nenhum do campo, o time joga extremamente retrancado, torcendo por contra-ataques. Enfim, irrita assistir à Macaca.

Chances de título: *
Chances de rebaixamento: ***

Vitória: time com um grande pró e um grande contra. Como pró, um elenco qualificado, onde se destacam os avantes Edílson e Obina (não sou fã do atacante peruano Maestri, acho que ele está longe do nível dos titulares. E eu acompanho o futebol de seleções sul-americanas), o meia Cléber (guardem esse nome: é um dos mais qualificados meio-campos do Brasil, desde os tempos de Sport Recife), o zagueiro Adaílton e um jogador que me agrada muito: o lateral Paulo Rodrigues (embora tenha uma certa raiva dele, por ter agredido o atacante Ilan em um jogo em 2003). Mas há um contra histórico no Vitória: seu passado de abundantes vendas de revelações. Nadson, Allan Delon, Dudu Cearense, entre muitos outros, foram vendidos assim que se destacaram. Já há ofertas por Obina e Cléber, e a diretoria do Vitória sinalizou que poderia sim vender algum deles. Edílson e Vampeta têm contratos nos quais, em caso de receberem alguma oferta vantajosa, podem estar livres de multa rescisória. Enfim, caso o Vitória mantenha sua base (especialmente Edílson, Obina e Cléber), tem tudo para brilhar no Brasileiro. Caso venda, está condenado a mais um ano no bloco intermediário.

Chances de título: ***
Chances de rebaixamento: *

por um atleticano -

4.6.04@09:17

Um buraco de 15 dias no Brasileiro: espaço para avaliação dos clubes (1/5)

Tentarei colocar minhas impressões acerca do que aconteceu até agora no Campeonato Brasileiro mais equilibrado dos últimos tempos (sendo neutro, dentro das minhas limitações como torcedor):

São Paulo: até o momento, uma das equipes mais arrumadas do torneio. Um goleiro em grande fase (muito embora esta fase seja mais ofensiva do que defensiva), o lateral Gustavo Nery em grande fase e Luís Fabiano, que dispensa comentários. Como falhas, o São Paulo não apresenta um lateral-direito confiável, a zaga, se não é o desastre de 2003, ainda não inspira confiança, e há meias de ligação em excesso, sendo que nenhum deles se fixa no time. Ah, e Gustavo Nery já está vendido. Alento para a torcida são-paulina é o fato da diretoria já ter demonstrado que não pretende liberar Luís Fabiano por menos de US$ 20 milhões, recusando negociar com o Barcelona.

Chances de título: ****
Chances de rebaixamento: *

Criciúma: assisti a três jogos da equipe e não me agradou em nada. Continua a mesma equipe violenta de 2003, mas piorada. O Criciúma tem um bom goleiro, Fabiano, o lateral-esquerdo Luciano Almeida (ótimo jogador) e um atáque rápido, com Marcos Denner e Reinaldo. Os poréns: a zaga não inspira segurança alguma, e o meio-campo é inconstante, com dois volantes quebradores (o bizarro Cléber Gaúcho e Genalvo) e dois meias bons, porém irregulares (Athos e Rafael). Não deverá sofrer com desmanches para o meio do ano. Não deve segurar o ritmo para a disputa do título, porém afasta-se do rebaixamento - o time costuma fazer seu serviço no Heriberto Hülse.

Chances de título: **
Chances de rebaixamento: *

Palmeiras: caso típico de equipe dependente de um jogador: Vagner está jogando o fino no clube paulista. Mas está indo embora para o CSKA, e o time paulista se enfraquecerá muito com a sua saída. O Palmeiras tem um excelente goleiro em horrorosa fase (Marcos), um lateral-direito ruim (Daniel Martins - e o Atlético queria seu reserva, o Baiano. Credo.), uma dupla de zaga regular, mas que está apresentando segurança (Nen - que marca seus golzinhos de vez em quando - e Leonardo) e um lateral-esquerdo com ego inflado (Lúcio, que não joga droga nenhuma e acha que joga demais). O meio-campo do Palmeiras apresenta três quebradores de bola (os sujos Marcinho e Magrão (dois dos jogadores mais violentos do futebol brasileiro - embora todos só tenham olhos para o Cocito, o Douglas Silva - e Corrêa, que tem um pouco mais de qualidade) e um meia - atualmente Adãozinho. Com esse time, e o irregular Muñoz no ataque, não se espera muita coisa.

Chances de título: **
Chances de rebaixamento: **

Atlético: equipe que vem se preparando desde a temporada passada. Um grande goleiro (Diego), uma zaga que está se acertando, com Marinho e Fabiano, de uma forma que não se via há muito tempo no clube, acostumado a zagas irresponsáveis (Rogério Corrêia, por exemplo) e inseguras, e um dos melhores setores ofensivos do Brasil, com Jadson, Fernandinho, Ilan, Washington e Dagoberto. Mas há os poréns: apesar das boas atuações de Raulen, o clube carece de um especialista na lateral-direita. A perda de Morais para o Cruzeiro acabou privando o clube de uma opção na meia, e Ilan está insatisfeito com a reserva (eu acho que ele deveria se preocupar era em jogar bola e não em reclamar e cuspir em torcedor). Se não perder um dos jogadores do setor ofensivo, e conseguir um ou dois reforços, pode brigar pelo título. Mas ainda é cedo, é um time de garotos.

Chances de título: ***
Chances de rebaixamento: *

São Caetano: eles têm um jogo a menos. É, para mim, a equipe mais coesa do Brasil, e o melhor elenco: quem se dá ao luxo de ter em seu banco jogadores como Gustavo, Lúcio Flávio, Euller, Warley e Fábio Baiano (tá, Fábio Baiano foi exagero...)? O time tem um grande goleiro (Sílvio Luiz), dois bons laterais (Anderson Lima e Triguinho), uma zaga segura, com Dininho e Serginho, um meio-campo com o bom volante Marco Aurélio e o apoio de Gilberto e Mineiro. No ataque, a presença de Somália. Na minha opinião, apenas dois poréns: Marcelo Mattos não sabe fazer absolutamente nada a não ser bater, e Fabrício Carvalho não está no nível de seus companheiros de ataque, embora seja titular. Briga pelo título (até pelo fato de não ter tido nenhum de seus jogadores envolvidos em boatos para transferências para a Europa), como principal favorito.

Chances de título: *****
Chances de rebaixamento: *

por um atleticano -