Jogos Último jogo Atlético 1 x 1 Botafogo
19/12/2004 - Joaquim Américo Brasileirão 2004 Próximo jogo Império Toledo x Atlético
19/01/2005 - Toledo Paranaense 2005
Brasileiro 2005
1
Santos
0
2
Atlético
0
3
São Paulo
0
4
Palmeiras
0
5
Corinthians
0
6
Goiás
0
7
Juventude
0
8
Internacional
0
9
Fluminense
0
10
Ponte Preta
0
11
Figueirense
0
12
Coritiba
0
13
Cruzeiro
0
14
Paysandu
0
15
Paraná
0
16
Vasco
0
17
Flamengo
0
18
São Caetano
0
19
Atlético-MG
0
20
Botafogo
0
21
Brasiliense
0
22
Fortaleza
0
Copa Libertadores - Gr. 1
1
Atlético
0
2
I. Medellín-COL
0
3
Libertad-PAR
0
4
Vencedor C*
0
* - Vencedor América-COL x Mineros-VEN
Arena da Baixada Estádio Joaquim Américo - Capacidade: 25.558 cadeiras numeradas
- Recorde: 31.700 pagantes (Atlético 4 x 2 São Caetano, em 16.12.2001)
- Primeiro jogo: Atlético 2 x 1 Cerro Porteño, em 24.06.1999
- Medida do gramado: 105x68m
- Seis elevadores convencionais e dois elevadores panorâmicos
- Área coberta de 11.980 m2 com telhas
- 21 banheiros públicos (11 masculinos e 10 femininos)
- 68 lojas
- 10 suítes de patrocinadores com sala, banheiro e sala de estar para 22 pessoas
- 41 camarotes tipo B para 16 pessoas, com banheiro privativo e sala de estar
- 35 camarotes tipo C de 9 a 15 lugares
- 4 lojas externas (tipo mall)
- 8 vestiários para jogos de futebol
- 10 camarins para shows
Elenco Goleiros Diego*, Tiago Cardoso e Marcinho Laterais André Luiz, Raulen, Marcão* e Ivan* Zagueiros Rogério Corrêa*, Ígor, Durval e Alessandro Lopes Volantes Alan Bahia*, Jairo, Bruno Lança, Pingo e Ticão Meias Morais, Fernandinho*, Jadson* e William Atacantes Dagoberto*, Dênis Marques, Dennys, Jorge Henrique e Anderson Aquino
31.1.05@10:45 Vamos esperar a Libertadores para voltar a postar decentemente...
Com todo o respeito, esse período com campeonatos estaduais é uma legítima porcaria. Tirando o Paulista, não sobra um estadual que preste - depois de ver Atlético Mineiro perdendo para Valério, Bahia perdendo para Ipitinga, Coritiba e Paraná perdendo para o Roma (não de Totti, mas de Tainha), Internacional e Grêmio se enrolando em suas estréias, o Flamengo tomando do Olaria, tô começando a acreditar melhor no Atlético até para o Brasileiro...
Novos jogadores
Insisto: falta um meia de ligação com maior experiência. O Atlético tem uma boa base, com vários jogadores jovens excelentes, como Fernandinho, Evandro, Ticão, Dagoberto e Alan Bahia. Juntando-se a esses, vem um caminhão de jogadores do Guarani: os meias Netinho e Jonatas, o atacante Evandro Roncatto, o zagueiro João Leonardo e o volante Roberto (os últimos dois estão com a Seleção sub-20). Mas é uma incógnita o comportamento destes jovens jogadores em uma Libertadores: pode dar muito certo, como pode dar errado.
Sugestões de nomes: Djalminha ou Pedrinho. Um nome de experiência, que saiba colocar ordem na cozinha. Falou-se que o Atlético estaria negociando com um jogador com passagens na Seleção. Espero que não seja o Vampeta, ou o Zé Carlos imitador de galo... *risos*
Libertadores: faltam 16 dias
Nervosismo vai aumentando, as expectativas crescem... por um atleticano -
24.1.05@09:45 Início de temporada, cornetagem de torcedores e diversos
Um bom começo de 2005 no Paranaense, com o time reserva. Duas vitórias em duas partidas, e a liderança dividida com o Londrina. De positivo, jovens como Ticão, Jorge Henrique e Durval, além das . De negativo, a excessiva cobrança dos torcedores, que vaiou a equipe. Caramba, ainda é o segundo jogo da temporada, temos duas vitórias mesmo jogando com os reservas! Impressionante, a torcida do Atlético cada dia mais está parecendo com a turma do amendoim do Palmeiras...
A venda de Jadson, e mais cornetagem de torcedores
Ontem foi noticiada a venda de 80% dos direitos federativos do meia Jadson, para o Shakhtar Donetsk da Ucrânia. Além do meia, o lateral-esquerdo Ivan foi emprestado com opção de compra (ou seja, deverá voltar *risos*) para o mesmo clube. O ponto negativo nessa história foi a repercussão raivosamente negativa por parte dos torcedores. Falam esses torcedores que o clube só quer dinheiro, que não liga pros jogadores. Mas esses não conhecem algumas coisas...
Quando chegou a proposta da Ucrânia, o jogador ficou encantado com a oportunidade recebida. Você pode dizer: é, mas o jogador podia ficar na Libertadores e se valorizar mais ainda. Ora, e são raros os jogadores conscientes disso. Eles querem é ganhr dinheiro, e na hora. Esquecem os cornetas que em 2002 o Atlético segurou o elenco inteiro, e o time naufragou pelo fato da cabeça dos jogadores estar nos dólares do exterior. Se o jogador não quer ficar, não adianta nada segurar. Se com Kléberson e Adriano fizemos um vexame em 2002, seria a mesma coisa se o Jadson tivesse assim.
A negociação com Élber, e mais cornetagem
Falou-se hoje que o Atlético estaria negociando com o atacante Élber, que estava no Lyon. O jogador havia fraturado o pé esquerdo, mas sua recuperação e condição de jogo estavam marcadas para fim de janeiro. E, pra variar, tem torcedor que reclama, dizendo que o jogador está velho.
Quero só ver como ficarão esses torcedores caso o Atlético tenha sucesso em 2005. Será que dirão que apoiaram o clube sempre?
Pois bem, eu apóio. Que Casemiro cale a boca de quem duvida de sua capacidade, que os novos jogadores surpreendam, e que o Furacão brilhe na América!
Desculpem, mas é o desabafo de alguém indignado com sua própria torcida... por um atleticano -
21.1.05@08:21 Copa Libertadores da América - os adversários (iv)
Encerrando a série com os paraguaios do Libertad:
Club LIBERTAD
Data de fundação: 30 de julho de 1905
Estádio: Alfredo Stroessner (16 mil pessoas)
Títulos: 10 títulos paraguaios (1910, 17, 20 e 30 na era amadora, 1943, 45, 55, 76, 2002 e 2003 na era profissional)
Uniforme: camisa com listras verticais em preto e branco, calção branco e meias brancas
Site: http://www.clublibertad.com.py/
Em Libertadores: o Libertad somente conseguiu ter êxito na Libertadores de 1977, quando chegou à semifinal após vencer seu grupo na primeira fase. Nas outras participações, em 1968, 1978, 2003 e 2004, sempre caiu na primeira fase. O lado positivo é o fato do Libertad estar disputando sua terceira Libertadores consecutiva. O Libertad possui 76 pontos no ranking da Conmebol.
Campanha em Libertadores até hoje: 5 participações, 34 jogos, 9 vitórias, 9 empates e 16 derrotas. Marcou 32 e sofreu 46 gols. É o 63º no ranking de clubes da Libertadores.
Como se classificou para a Libertadores: segunda melhor campanha no Paraguai em 2004. Como o Cerro Porteño venceu o Apertura e o Clausura, o Libertad conquistou a segunda vaga paraguaia.
*******
Vou começar a tentar escrever, pensar, relembrar fatos. O blog, aos poucos, vai voltando à forma normal...
Império do Futebol 1 x 2 Atlético-B
É, tá bom. O único fato que digo é: Jorge Henrique, vocês vão ouvir falar muito nesse cara.
Libertadores
Faltam 25 dias pra estréia!
Copa São Paulo de Juniores
Parabéns ao Paraná e ao Iraty, honrando o futebol paranaense na Copinha. Ah se o Atlético tivesse ido com o time de juniores, e não com o sub-17. Vale lembrar que o Atlético é o atual campeão paranaense de juniores, eliminando tanto Paraná quanto Iraty.
Enfim galera, um abraço, espero voltar à forma normal em breve. por um atleticano -
20.1.05@10:41 Copa Libertadores da América - os adversários (iii)
A terceira equipe perfilada, também da Colômbia, o Independiente Medellín, que certamente será um dos adversários do Atlético em 2005:
Corporación Deportiva INDEPENDIENTE MEDELLÍN
Data de fundação: 15 de abril de 1914
Estádio: Atanasio Girardot (52 mil pessoas)
Títulos: 4 títulos colombianos (1955, 57, 2002-Finalización e 04-Finalización)
Uniforme: camisa vermelha, calção azul e meias vermelhas
Site: http://www.dim.com.co
Em Libertadores: o Independiente disputou sua primeira Libertadores em 1967, não tendo uma boa participação. Em 10 jogos, o clube conseguiu 3 vitórias e 1 empate, ficando na quarta posição de seis clubes, não se classificando para a segunda fase. Apenas 27 anos depois o clube colombiano retornou à competição, em 1994. Após vencer seu grupo na primeira fase, o Medellín atingiu as quartas-de-final, caindo frente ao compatriota Junior, de Barranquilla. Em 2003, a terceira e última participação do Independiente. Liderados pelo zagueiro panamenho Baloy, a equipe chegou às semifinais da Libertadores, eliminando Cerro Porteño e Grêmio, caindo frente ao Santos. O Independiente possui 66 pontos no ranking da Conmebol.
Campanha em Libertadores até hoje: 3 participações, 32 jogos, 13 vitórias, 5 empates e 14 derrotas. Marcou 37 e sofreu 41 gols. É o 57º no ranking de clubes da Libertadores.
Como se classificou para a Libertadores: vencedor do Apertura 2004, conquistou a primeira vaga colombiana. por um atleticano -
19.1.05@10:38 Copa Libertadores da América - os adversários (ii)
Agora, os colombianos do América, que enfrentará o Mineros por uma vaga no Grupo 1:
Uniforme: camisa vermelha, calção vermelho e meias vermelhas
Site: http://www.america.com.co
Em Libertadores: o América de Cali possui uma extensa história na Libertadores da América. Até a década de 1980, o América era mero coadjuvante no futebol colombiano, que assistia ao domínio de Atlético Nacional e Millonarios - uma pífia participação na Libertadores em 1970 foi a sua única antes deste período. Apenas em 1980 o América surgiu com maior força no continente, em sua segunda Libertadores, chegando na semifinal, onde foi eliminado em um triangular, com 4 empates sem gols nos seus 4 jogos. A década de 80 foi curiosa para os colombianos: campanhas belíssimas mas nenhum título. Em 1983 e 1988, mais duas semifinais. Mas o fato que marcou o América foi realizado nas Libertadores de 1985, 1986 e 1987. Em 1985, após chegar à final, perdeu para o Argentinos Juniors (no que seria o único título da história da equipe argentina) nos pênaltis. No ano seguinte, o América chegou novamente à final, mas foi derrotado pelo River Plate.
Em 1987, um capítulo particularmente trágico: o América chegava à sua terceira decisão consecutiva, contra o Peñarol. No jogo de ida, na Colômbia, vitória por 2x0. No jogo em Montevidéu, o América abriu o placar, mas sofreu o empate. O Peñarol virou o jogo aos 43 minutos do segundo tempo, levando a decisão para um jogo extra (o regulamento não previa a diferença de gols como desempate). Neste jogo extra, em Santiago, o empate na prorrogação daria o título ao América, pelo melhor saldo. Após um empate sem gols no tempo normal, um gol de Diego Aguirre aos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação deu o título ao Peñarol, deixando o América com seu terceiro vice consecutivo - recorde em Libertadores. Em 1992, 1993 e 2003, mais três semifinais. E, em 1996, o América chegava à sua quarta final, contra o mesmo River Plate que o havia derrotado em 1986. Após uma vitória por 1x0 na Colômbia, o River Plate, com dois gols de Hernán Crespo, venceu por 2x0 na Argentina, fazendo com que o América perdesse sua quarta decisão de Libertadores.
Em 2002, o América enfrentou o Atlético na Libertadores. No primeiro turno, empate em 1x1 na Arena. No jogo de volta, o Atlético precisava de uma vitória simples para se classificar, em Cali. Mas os colombianos foram implacáveis, goleando por 5x0 e eliminando o Atlético de sua segunda Libertadores. Três anos depois, os caminhos dos clubes podem se cruzar novamente. O América possui 459 pontos no ranking da Conmebol.
Campanha em Libertadores até hoje: 17 participações, 182 jogos, 84 vitórias, 52 empates e 46 derrotas. Marcou 272 e sofreu 196 gols. É o 7º no ranking de clubes da Libertadores.
Como se classificou para a Libertadores: equipe de melhor campanha durante o ano de 2004 na Colômbia, mas sem conquistar nenhum dos títulos, o América conquistou a terceira vaga colombiana, e irá para um confronto contra o Mineros, valendo uma vaga no grupo 1. por um atleticano -
18.1.05@11:13 Copa Libertadores da América - os adversários (i)
Farei uma pequena série de quatro posts, um por dia, falando sobre cada adversário do Atlético na Libertadores, um pouco de seus títulos e história na Libertadores. Começamos com os venezuelanos do Mineros:
Atletico Club MINEROS de Guayana (Guayana, Venezuela)
Data de fundação: 20 de novembro de 1981
Estádio: Polideportivo Cachamay (12 mil pessoas)
Título: 1 título venezuelano (1989)
Uniforme: camisa com listras verticais em preto e azul, calção preto e meias pretas
Em Libertadores: o clube venezuelano tem uma história curta na competição, tendo disputado apenas duas edições, em 1990 e 1997. Em ambas, não passou da primeira fase, conquistando apenas 1 vitória em 1990. O Mineros possui 28 pontos no ranking da Conmebol, estando empatado com o Atlético.
Campanha em Libertadores até hoje: 2 participações, 12 jogos, 1 vitória, 4 empates e 7 derrotas. Marcou 7 e sofreu 22 gols. Está em 121º no ranking de clubes da Libertadores.
Como se classificou para a Libertadores: terceira melhor campanha na Venezuela na temporada 2003/04. Conquistou a terceira vaga venezuelana, e irá para um confronto contra o América de Cali, valendo uma vaga no grupo 1. por um atleticano -
11.1.05@11:09 Reforços?
Já confirmados:
Zagueiros: Baloy (Grêmio), Durval (Brasiliense) e Edson Rocha (Ferroviária)
Lateral-esquerda: Badé (Avaí) e Vladimir Marín (Jorge Wilstermann-BOL e seleção colombiana - foto)
Volante: Jairo (Paysandu)
Atacante: Jorge Henrique (Náutico)
Especulados e em vias de contratação:
Goleiro: Mauro Machado (Bolívar-BOL)
Zagueiro: Gustavo (São Caetano)
Volantes: Cocito (Grêmio) e Eduardo Coudet (Rosario Central-ARG)
Meias: Rodrigo Fabri e Djalminha
Atacantes: Alemão (Coritiba) e Lima (Cruzeiro)
Volto a falar mais quando chegar o técnico. :) por um atleticano -
6.1.05@10:55 2005: análise e perspectivas - elenco
Ao contrário do que muitos falam, o Atlético NÃO está em desmanche. Vejo os noticiários e a impressão que se passa é a de que o Atlético perdeu o time inteiro. Na verdade, apenas 3 titulares saíram: o zagueiro Marinho, o volante Fabiano (acertou com o Flamengo) e o artilheiro Washington, a grande perda do time para 2005, para o futebol japonês. Os outros 8 titulares permanecem na equipe, até qualquer fato que me desminta.
Enfim, às avaliações:
Goleiros: o titular Diego permanece. O primeiro reserva, Cléber, foi emprestado para o Santa Cruz para pegar ritmo de jogo. Permanecem os reservas Tiago Cardoso e Vinícius, da equipe de juniores. Falou-se na contratação do goleiro Fábio, do Vasco da Gama, que viria em troca de Alex Mineiro - mas não vingou.
Lateral-direita: crítica a situação. Em 2004, nenhum lateral-direita de ofício jogou na equipe - o meia Fernandinho jogou improvisado na posição. E, para 2005, nada ainda foi feito. Temores de que a improvisação continue para 2005.
Zaga: A única saída já confirmada foi a do zagueiro Fabiano, que vai para o Flamengo. Marinho não deve permanecer. Os titulares Marcão e Rogério Corrêa permanecem, assim como os reservas Ígor e Alessandro Lopes. Foram contratados os zagueiros Durval, do Brasiliense e Édson, da Ferroviária. Há rumores sobre a contratação do panamenho Baloy, do Grêmio (horrendo) e do zagueiro Gustavo, do São Caetano, ex-Atlético.
Lateral-esquerda: fala-se na venda de Ivan para a Ucrânia. Ronildo saiu para a Portuguesa, e nenhum lateral restou no elenco. Veio para o clube o lateral-esquerdo Badé, que teve boa participação na campanha do Avaí em 2004.
Volantes: as únicas saídas foram de reservas - Raulen, Pingo, Vanderson foram os principais. Permanecem Alan Bahia e William. Rumores falam da vinda do volante Reginaldo Nascimento, do rival Coritiba. Há um diretor do clube em Buenos Aires, visando um volante para a Libertadores. Falou-se de Eduardo Coudet, que se destacou no River Plate em 2002 e 2003. Mas são boatos.
Meias: permanecem Jadson e Fernandinho, além do bom reserva Morais. Possivelmente volte o meia Adriano, que estava no Cruzeiro. Não se fala em contratações.
Atacantes: a saída de Washington foi o baque mais claro. Com Dagoberto contundido, a tendência atual é o ataque ser formado por Dênis Marques e Jorge Henrique (bom reforço vindo do Náutico). As especulações para o ataque são muitas, mas as principais tratam de Alemão (ex-Coritiba), Cláudio Pitbull (Grêmio) e Adauto (Slavia Praga-TCH).
Técnico: com a saída de Levir Culpi do cargo, o Atlético tornou-se o posto mais cobiçado entre os treinadores sem emprego - é o único clube da Série A a não ter treinador anunciado. Os nomes mais fortes são o de Cuca e do argentino Carlos Bilardo (campeão da Copa do Mundo pela Argentina). por um atleticano -
5.1.05@10:33 2005: um ano promissor
Vem aí o Atlético para disputar a temporada de 2005. Ainda não se definiu o técnico, porém já podemos falar das competições que o clube disputará. Abaixo, a maior das competições no ano, a Copa Libertadores de 2005:
O torneio terá 38 clubes, divididos conforme abaixo:
Primeira fase
A - Mineros-VEN x América-COL
B - México 3 x Cienciano-PER
C - Quilmes-ARG x Colo Colo-CHI
D - Tacuary-PAR x Palmeiras
E - Junior-COL x Orienre Petrolero-BOL
F - LDU Quito-ECU x Uruguai 3
Da primeira fase, saem os seis vencedores para a Segunda Fase:
Segunda fase - grupos
Grupo 1
Grupo 2
Grupo 3
Grupo 4
Atlético Ind. Medellín-COL Libertad-PAR Vencedor A
Bolívar-BOL Danúbio-URU Santos Vencedor F
São Paulo The Strongest-BOL Univ. Chile-CHI Vencedor C
C. Porteño-PAR Dep. Táchira-VEN Sto. André Vencedor D
Grupo 5
Grupo 6
Grupo 7
Grupo 8
Nacional-URU Olmedo-ECU River Plate-ARG Vencedor E
Alianza-PER Banfield-ARG Caracas-VEN México 2
Cobreloa-CHI Once Caldas-COL San Lorenzo-ARG Vencedor B
Depois, um perfil dos adversários do Atlético: Independiente Medellín, Libertad e o vencedor de Mineros e América de Cali. por um atleticano -
3.1.05@09:58 Lembranças de 2004, um bom ano
Começamos hoje o ano de 2005 - os jogadores reservas se reapresentarão, junto com os novos reforços, que serão apresentados. Até agora, foram confirmadas as saídas de Marinho e Washington. Fabiano não deve permanecer. Finalmente, especula-se sobre a venda do lateral-esquerdo Ivan, para o futebol da Ucrânia. Sobre os reforços: já estão confirmados os nomes de Jorge Henrique, atacante vindo do Náutico e Durval, zagueiro campeão da Série B pelo Brasiliense, além do volante Jairo, do Paysandu. Mas amanhã devo falar sobre as especulações. A idéia aqui é relembrar o ano de 2004, dividido em dois atos: o Paranaense e o Brasileiro.
Ato I - Campeonato Paranaense: a primeira fase do estadual era um prenúncio do que seria o ano atleticano - com uma equipe renovada após os fracassados 2002 e 2003, o Atlético venceu 6 dos primeiros 7 jogos (o único jogo sem vitória foi o empate cedido no Atletiba, aos 45 do segundo tempo). Na segunda fase, mais 4 vitórias em 5 jogos - um empate na Arena com o Iraty. Na semifinal, o Atlético passou pelo Londrina, indo à final contra o Coritiba, precisando de dois empates para sagrar-se campeão.
Porém, no primeiro jogo, o técnico Mário Sérgio cometeu uma série de insanidades: desde a escalação com 4 zagueiros e 2 volantes, até deixar o artilheiro Washington no banco. A expulsão do destrambelhado Vanderson, aos 15 do primeiro tempo, decidiu a partida, especialmente pelo fato do treinador tirar o camisa 10 da equipe, Jadson, para colocar... sim, mais um zagueiro. Não fosse uma espetacular atuação do goleiro Diego, seria uma goleada verde. O 2x1 contra saiu barato. O jogo de volta foi espetacular, marcado pela troca de placar constante. No final, o empate em 3 gols custou o título, perdido em uma Arena cheia. Lamentáveis as cenas de vandalismo, com a destruição das cadeiras do estádio.
Entreato - o aumento dos ingressos: em meio ao contexto da final, a diretoria do Atlético (em uma jogada meio estúpida de relação com a torcida) anunciou o reajuste no preço dos ingressos, de 15 para 30 reais. Após uma série de protestos e discussões na justiça, chegou-se a um meio-termo, com a setorização da Arena, e a cobrança de preços entre 20 e 30 reais, nos setores populares - as superiores numeradas da reta custam 60 reais. Começou aqui também a discussão sobre a proibição da bateria - primeiramente proibida no anel inferior, após o jogo contra o Flamengo ela foi proibida no estádio inteiro.
Ato II - Campeonato Brasileiro: ainda abalado pela perda do título estadual, e com a demissão de Mário Sérgio, substituído pelo covarde Júlio Piza, o Atlético conseguiu duas façanhas nos primeiros jogos. Perdeu para um São Paulo com 9 jogadores em campo, e foi goleado em casa pelo médio Figueirense. Após estas duas derrotas, foi contratado o técnico Levir Culpi, que conseguiu resgatar a auto-estima do elenco, trazendo um time que estava em frangalhos para a briga pelas primeiras posições. Mas, no primeiro turno, o que se via ainda era um time irregular - talvez pela juventude dos principais armadores do time -, que alternava momentos como as goleadas sobre o Corinthians (5x0, no Pacaembu), o São Caetano (3x0, em São Caetano) e Goiás (6x0) com derrotas vexatórias para Flamengo (0x3), Criciúma (1x4) e Internacional (0x6). Então começava a brilhar com maior intensidade aquele que foi o maior nome do Atlético na temporada: o Coração Valente, Washington.
Após uma impressionante sequência de 18 jogos sem derrotas, o Atlético assumia a liderança da competição, sendo seguido de perto pelo Santos - o único concorrente real pelo título, visto que São Paulo, Palmeiras e São Caetano pareciam apenas acompanhar o grupo de líderes. Mesmo sofrendo a perda do atacante Dagoberto, lesionado gravemente contra o Paraná Clube, o Atlético seguiu na briga pelo título até a última rodada. Mas uma série de dois resultados ruins - o trágico empate contra o Grêmio, em Erechim, após estar vencendo por 3 gols de diferença e a derrota para o Vasco em São Januário - sepultaram as chances reais de título. Na última rodada, o que se viu foi um time desmotivado, desanimado. Mas ficou o valor pela campanha. Não se comemora o vice-campeonato, mas deve ser valorizado. Voltamos à Libertadores, pela terceira vez em cinco anos. Tivemos o artilheiro do campeonato - aliás, o maior artilheiro da história dos Brasileiros, Washington e seus 34 gols. Brilhamos no Brasil inteiro. Enalteceu-se o orgulho de ser atleticano!
Resumo da ópera: 62 jogos, com 36 vitórias, 15 empates e 11 derrotas. Foram marcados 134 gols, e sofridos 70.
Como artilheiro maior da temporada, Washington marcou 44 gols. No Atlético, Jadson marcou 22, e a dupla de garotos Dagoberto (mesmo sem atuar no Estadual e na fase final do Brasileiro) e Fernandinho marcaram 13 gols cada.
Amanhã, as perspectivas para o ano de 2005. por um atleticano -